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jan  02  2011

#Eu Li – Sapatólatras Anônimas


Título: Sapatólatras Anônimas

Edição : 1 / 2008
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Número de Paginas : 364

Autora: Beth Harbison

Editora: Record

O livro Sapatólatras Anônimas é um romance em que quatro mulheres com vidas diferentes e um irresistível vício em sapatos de grife e o mesmo número tornam-se amigas através do seu amor em comum!

Esse grupo de mulheres é formado por: Helene que é mulher de um importante político e está em seu casamento por comodidade, é louca por sapatos mas seu marido é um safado controlador (dá muita raiva das atitudes dele no livro) que controla o seu vício cortando seus cartões de crédito. / Sandra tem agorafobia (medo de sair de casa) e trabalha em um disque-sexo para conseguir sustentar seu vício sem ter de sair de casa. Sempre foi o “patinho feio” da família, mas luta contra seus medos. / Lorna vem de uma família boa e sempre foi acostumada e levar a vida de classe média alta, mas com o passar dos anos as coisas mudaram um pouco e ela não colocou em prática a sua formação em Inglês, então trabalha como garçonete e gasta muito mais do que tem e pode gastar./ Jocely é uma menina do interior um pouco mais nova do que as outras integrantes do grupo, ela não calça nem o mesmo número que elas, mas precisa de alguma distração durante as terça-feiras a noite, da família má para a qual trabalha como babá.

Lorna monta o grupo “Sapatólatras Anônimas” parafraseando outros grupos do tipo, quando está em um momento complicado e percebe que essa possa ser uma nova maneira de adquirir novos pares de sapatos sem ter que comprá-los. Cada uma das integrantes entra no grupo por um motivo diferente e assim a estória se desenrola.

Bom, achei o livro divertidíssimo, bem ao estilo “Os delírios de consumo de Becky Bloom”, as personagens são fofas e engraçadas e a leitura flui rapidamente quando a curiosidade quanto a vida delas vai aumentando. Me apaixonei pelo livro, adorei o final, nada nele me decepcionou. Super recomendo como leitura para as férias.

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dez  23  2010

# Jornada em Londres – Parte 2

É incrível como sua mente pode te levar a tantos pensamentos ruins quando está perto de acontecer o que você tanto espera. Fechei com a STB estudar um mês e meio em Londres, mas como no centro é mais caro resolvi ficar em Greenwich que o preço era um pouco mais acessível pra mim. Não curto muito esse negócio de casa de família, apesar de ser infinitamente mais barato então decidi ficar em república de estudantes e em quarto duplo, eu iria dividir um quarto com um desconhecido de outro país e estava esperando conseguir um amiguinho logo de cara. Tudo certo até eu receber uma ligação uma semana antes da minha agente de viagem (que foi um amorzinho comigo) falando que tinham me colocado em uma república a 40 minutos da escola! Fora que Greenwich fica há mais umas meia hora do centro, ou seja, eu ficaria a mais ou menos uma hora do centro, tá louco? Claro que ela achou péssimo isso e não aceitou e como a sorte sorriu pra mim fui transferida para a escola do centro de Londres e um hostel na área de Nothing Hill sem nenhum acréscimo de valor! Não que você possa recusar e trocar assim, mas o que não são contatos né? E a minha agente de viagem os tinha! A minha preocupação foram os documentos, mas ela me disse que daria tempo deles chegaram, e deu. Viajei em um sábado e fui buscar todos os meus documentos e instruções em uma quinta (dia em que eu já estava ansiosa demais para viajar) e tudo me pareceu bastante simples, e é mesmo.
O dia finalmente chegou, arrumei minha mala no dia anterior (rezando para não esquecer de nada importante), estava com todos os documentos a mão, notebook na pastinha de mão e dinheiro no bolso. Nada de coisas importantes demais na mala, se tudo fosse estraviado eram só as roupas. Cheguei 3 horas antes ao aeroporto como o recomendado para viagens internacionais, e como era época de Copa do Mundo, imaginei q
ue o aeroporto estaria mega lotado e para a minha surpresa estava às moscas. Fiz o que tive que fazer, declarei minha pobre camêra e meu pobre iPod shuffle de 1gb! Meu notebook é da Dell, feito no Brasil, então não precisei declará-lo! São 11 horas de viagem do Rio de Janeiro para Londres e ainda fiz uma pequena escala em São Paulo. Tive a triste ilusão de que dormiria no vôo, obviamente isso não aconteceu e passei muitas horas assistindo a filmes (vi Sherlock Holmes indo para Londres, ironico não?) e séries e ouvindo música e checando o mapa de onde estávamos! Nunca tinha andado em um Boing antes e a sensação é de instabilidade pura nas primeiras horas, é tão estranho! O tempo todo também vinha em minha mente que o avião ia cair ou que iam me deportar (pensamentos de uma pessoa que já teve o visto negado uma vez), mais uma vez a minha mente indo contra mim.
Chegando a Londres através do aeroporto de Heatrow dei voltas e voltas pegando cartões de mapas da cidade até conseguir chegar na imigração (a parte em que eu mais temia). Eu já havia sido orientada que se não entendesse o inglês da pessoa que falava comigo, poderia pedir um tradutor português para me ajudar. Felizmente não precisei de nada disso! Fui atendida por uma moça muito simpática, que pediu para conferir os meus documentos, quis saber o porquê de eu ir para lá, em qual escola eu ficaria, o quanto de dinheiro eu levava e após conferir tudinho ela me deu meu lindo visto (e foi para 6 meses)! Após passar da imigração um largo sorriso apareceu em meu rosto,todo o pesadelo de ser deportada havia passado. Foi muito fácil achar o moço com uma plaquinha com o meu nom
e (assim como nos filmes hehe), paguei translado, só não sabia que iriam me buscar em uma Mercedes, era linda e eu realmente me senti em um filme! Mas a primeira coisa que me fez ter consciência de que eu estava em Londres foi quando entrei no carro e o volante estava no lado esquerdo por causa da mão direita da Inglaterra, cheguei até a comentar com o motorista. Na viagem para o meu hostel, ainda estava desacreditada que estava em Londres e olhava todas aquelas placas em inglês e as ruas impecavelmente limpas, as casinhas fofas, tudo muito muito diferente do Brasil!
Chegando ao meu pequeno hotel logo descobri as belezas daquele país (na verdade depois descobri que ele era italiano), um loiro de olhos azuis muito gracinha na recepção que fez a minha ficha, deu as chaves do meu quarto e bom, de
ixou que eu me virasse! Como eu não estava em um hotel de luxo e sim um hostel, não tinha elevadores e meu quarto era no segundo andar,ou seja, quatro levas de escadas com a mala! Triste, mas eu estava em Londres feliz e topando tudo! [Continua...]


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